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Aprenda a utilizar a temperatura de vaporização para controlar a sua moca.


A vaporização da canábis explodiu em termos de popularidade. Esta alternativa moderna a fumar ganhou força como uma opção potencialmente mais saudável. A ausência de combustão e de substâncias cancerígenas faz com que o vaping seja mais leve para os pulmões. Além disso, as temperaturas mais baixas ajudam a preservar o paladar complexo de cada estirpe. Contrastando, fumar expõe a erva a temperaturas violentamente altas. Quer o broto seja queimado com um isqueiro de pederneira e aço ou com um maçarico, este não deixa de ser queimado.

A tecnologia de vaporização moderna permite que os amantes de canábis vaporizem o seu broto a diferentes temperaturas. Este nível de controlo não só faz com que o vaping seja mais leve para o sistema pulmonar, como também permite personalizar cada passa. Esta inovação revolucionária mudou a forma das pessoas desfrutarem da canábis, desbloqueando uma capacidade de almejar moléculas, paladares e efeitos específicos.

PORQUE É QUE A TEMPERATURA DO VAPORIZADOR É IMPORTANTE PARA O CONSUMO DE CANÁBIS

A planta canábis é uma fábrica química orgânica. As suas flores produzem pequenas protuberâncias em forma de cogumelo que dão pelo nome de tricomas. Estas estruturas pequeníssimas produzem resina carregada de moléculas psicoativas e medicinais. Entre este reportório encontram-se mais de 100 canabinoides, mais de 100 terpenos e inúmeros flavonoides. Ao modificar as temperaturas de vaporização, os consumidores de canábis conseguem otimizar a concentração de moléculas específicas a cada passa que dão.

Cada cultivar contém diferentes níveis de canabinoides e de terpenos. O THC — um dos canabinoides mais comuns — fornece uma moca psicotrópica bem como uma longa lista de qualidades terapêuticas. Contrastando, o CBD oferece qualidades terapêuticas poderosas sem qualquer efeito psicotrópico. A maioria das estirpes modernas oferece níveis elevados de THC, contudo, os produtores desenvolveram recentemente estirpes que contêm níveis elevados de CBD, bem como estirpes com um rácio 1:1 dos dois canabinoides.

A ciência está a começar a prestar mais atenção a outros canabinoides mais ou menos predominantes. A investigação[1] já confirmou que o CBG (canabigerol) proporciona efeitos analgésicos e anti-inflamatórios. O THCV (tetrahidrocanabivarina) consegue ajudar a suprimir os efeitos do THC e pode combater a dor e a inflamação. O CBC (canabicromeno) aparenta reduzir o inchaço e preserva as células cerebrais dos mamíferos. Isto é apenas a ponta do icebergue! À medida que a ciência progride, certamente que surgirão mais dados.

TEMPERATURAS DE EBULIÇÃO DA CANÁBIS
THC-A (105ºC / 221ºF)
B- CARIOFILENO (119°C / 246°F)
CBD-A (120ºC / 248ºF)
B-SITOSTEROL (134°C / 273°F)
A-PINENO (156°C / 312°F)
THC (157°C / 314°F)
CBD (160–180°C / 320–356°F)
B-MYRCENO (166–168°C / 330–334°F)
A8 THC (175–178° / 347–352°F)
CINEOL (176°C / 348°F)
LIMONENO (177°C / 350°F)
P-CIMENO (177°C / 350°F)
APIGENINA (178°C / 352°F)
CANNFLAVINA-A (182°C / 356°F)
CBN (185°C / 365°F)
LINALOL (198°C / 388°F)
HUMULENO (198ºC / 388ºF)
BENZENO (205–365°C / 401–689°F)
TERPINEOL (218°C / 424°F)
CBC (220ºC / 428ºF)
THCV (220°C / 428°F)
PULEGONA (224°C / 435°F)
COMBUSTÃO (232ºC / 450ºF)
QUERCETINA (250°C / 482°F)

E não nos podemos esquecer dos nossos amigos, os terpenos. Estas moléculas aromáticas podem ser encontradas em todo o reino vegetal. Os terpenos fornecem aromas e paladares distintos a cada cultivar de canábis, mas a sua função não se limita aos deleites sensitivos. Estas moléculas oferecem um conjunto de efeitos terapêuticos e crê-se inclusive que estabelecem uma sinergia[2] com os canabinoides para produzirem efeitos medicinais ainda mais pronunciados. O mirceno é um dos terpenos mais abundantes nos cultivares de canábis. O químico fornece paladares terrosos e a cravo-da-índia, sendo conhecido pelos seus efeitos relaxantes e sedativos.

O mirceno reforça os efeitos anti-inflamatórios do CBD, bem como os efeitos de relaxamento muscular do THC. O cariofileno é outro dos principais terpenos encontrados nas flores de canábis, contribuindo com paladares de pimenta e especiarias. Também reconhecido como um "canabinoide dietético", o terpeno é capaz de produzir efeitos anti-inflamatórios[3] ao ligar-se aos recetores CB2 do sistema endocanabinoide.

Os consumidores de canábis escolhem frequentemente as estirpes tendo como base a sua concentração de canabinoides e terpenos. Os consumidores recreativos podem optar por escolhê-las segundo os níveis elevados de THC, para usufruírem dos efeitos psicoativos máximos. Eles também podem procurar uma variedade rica em mirceno para assegurarem uma moca sedativa. Comparativamente, os consumidores medicinais podem optar por uma estirpe rica em CBD, com um bom perfil cariofileno para reforçar os efeitos anti-inflamatórios.

Ao alterarem a temperatura de vaping, os consumidores de canábis conseguem assegurar que recebem níveis máximos dos constituintes pretendidos. Além disso, jogar um pouco com as configurações da temperatura pode fazer com que cada passa seja ainda mais agradável. Os consumidores podem definir os seus dispositivos para temperaturas baixas enquanto ainda conseguem usufruir de todas as moléculas pretendidas. Isto permite tirar passas suaves, repletas de canabinoides, que são menos agressivas para a garganta e para os pulmões. Abaixo, discutiremos como pode utilizar as configurações de temperatura para afinar a ingestão de determinados químicos da canábis.

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A CIÊNCIA A POR DETRÁS DE VAPORIZAR CANABINOIDES E TERPENOS

Cada molécula tem um ponto de ebulição específico. Quando exposta a uma determinada temperatura, os terpenos e canabinoides transformam-se em vapor. Contudo, estes pontos de ebulição variam entre os diferentes constituintes. Na realidade, os pontos de ebulição de muitos canabinoides e terpenos ainda não foram devidamente confirmados. A ciência por detrás da canábis ainda está a dar os primeiros passos — graças a décadas de proibição. Há imensa informação contraditória relativamente a que molécula evapora a que temperaturas. Há algumas indicações por alto e um par de guias aparentemente fiáveis. No entanto, de momento, é maioritariamente uma questão de tentativa e erro. Os consumidores de canábis devem experimentar diferentes estirpes e intervalos de temperatura para encontrarem os resultados que funcionam melhor para estes.

ISOLAR O THC E O CBD COM AS TEMPERATURAS DO VAPORIZADOR

Algumas moléculas de canábis têm pontos de ebulição muito similares. Por exemplo, o THC evapora a um ponto de ebulição de e 157 °C/314,6 °F. O CBD evapora num intervalo de temperatura ligeiramente superior de 160–180 °C/320–356 °F.  É possível isolar estas moléculas durante a vaporização? Talvez com um vaporizador incrivelmente preciso, mas é muito pouco provável. Além disso, o THC evaporará antes de atingir sequer o ponto de ebulição do CBD. Caso procure níveis significativos de THC ou CBD, é melhor começar com uma estirpe rica num dos canabinoides. As estirpes ricas em THC incluem a Royal Gorilla e a Fat Banana. Para avaliar quais são as estirpes ricas em CBD, consulte a nosso top 5 de 2019 aqui.

Vaporizers

OS INTERVALOS DE TEMPERATURA IDEAIS PARA VAPORIZAR CANÁBIS

Os consumidores de canábis podem contar com diferentes efeitos psicoativos a diferentes intervalos de temperatura. Isto, como é óbvio, variará consoante a estirpe e o indivíduo. Abaixo, dispõe de um esboço aproximado sobre os efeitos produzidos por cada intervalo de temperatura.

BAIXA: 119–159 °C/246–318 °F

A vaporização neste intervalo de temperatura libertará o THC. Este intervalo também almejará inúmeros terpenos que acrescentam paladares e efeitos terapêuticos agradáveis. Analisemos as principais moléculas almejadas.

• Cariofileno: 119°C/246°F

O cariofileno é um terpeno predominante na maioria das estirpes de canábis. A molécula também é considerada como sendo um canabinoide dietético devido à sua presença em fontes alimentares como a pimenta preta e à sua ação sobre o recetor CB2. O cariofileno pode ajudar a gerir a dor reduzindo a inflamação.

CARIOFILENO
CATEGORIA Terpeno
EFEITO Reduz a inflamação
PSICOATIVIDADE Não-psicoativo
PALADAR Apimentado
ESTIRPE Sweet ZZ

• β-sitosterol: 134°C/273°F

O β-sitosterol é um dos vários flavonoides que podemos encontrar na canábis. A molécula tem demonstrado atividade anti-inflamatória[3].

Β-SITOSTEROL
CATEGORIA Flavonoide
EFEITO Anti-inflamatório
PSICOATIVIDADE Não-psicoativo
PALADAR Sem paladar

• α-pineno: 156 °C/312 °F

O α-pineno acrescenta paladares de pinho e alecrim deliciosos a este intervalo de temperatura. O terpeno está associado a efeitos anti-ansiedade e pode ajudar a prevenir os efeitos adversos do THC, tais como diminuição da memória de curto-prazo. O α-pineno também pode estabelecer uma sinergia com o THC para aumentar o fluxo de ar para os pulmões.

A-PINENO
CATEGORIA Terpeno
EFEITO Anti-ansiedade
PSICOATIVIDADE Não-psicoativo
PALADAR Pinho e alecrim
ESTIRPE Haze Berry

• THC: 157°C/314°F

THC é o principal componente psicotrópico da canábis. O canabinoide penetra a barreira hematoencefálica e ativa os recetores CB1 no sistema nervoso central. O THC altera o padrão de ativação dos neurónios e catalisa um aumento agudo no neurotransmissor dopamina. Isto resulta em euforia, felicidade, risos e maior apetite. Os níveis elevados de THC podem induzir um estado profundamente alterado da consciência que provoca ansiedade em alguns consumidores.

THC
CATEGORIA Canabinoide
EFEITO Euforia e felicidade
PSICOATIVIDADE Psicoativo
PALADAR Sem paladar
ESTIRPE Hulkberry

• CBD: 160–180°C/320–356°F

CBD induz um efeito relaxante e calmante, mas não é psicoativo como o THC — não lhe provoca uma moca. Ao invés, o CBD é conhecido por contrariar alguns dos efeitos do THC ao bloquear temporariamente os recetores CB1. Também se crê que o CBD age através de inúmeras outras vias moleculares para diminuir a inflamação e transmitir efeitos antioxidantes e neuroprotetores.

CBD
CATEGORIA Canabinoide
EFEITO Antioxidante e neuroprotetor
PSICOATIVIDADE Não-psicoativo
PALADAR Azeite ou semente de cânhamo
ESTIRPE Solomatic CBD

BAIXA/MÉDIA: 160–180 °C/320–392 °F

A vaporização neste intervalo de temperatura convida algumas moléculas extremamente interessantes para se juntarem à festa. Caso esteja a vaporizar flores ricas em CBD, este é o intervalo ideal para libertar a molécula juntamente com terpenos essenciais. Caso esteja a vaporizar flores ricas em THC, irá libertar muitos mais terpenos com este intervalo de temperatura.

• Mirceno: 166–168°C/330–334°F

O mirceno é o terpeno mais comum na canábis, e fica disponível dentro deste intervalo de temperatura. A molécula fornece paladares terrosos, a vagas e a especiarias. O mirceno exerce um efeito ligeiramente sedativo e é o químico por detrás das propriedades relaxantes da maioria dos cultivares indica.

MYRCENE
CATEGORIA Terpeno
EFEITO Relaxante
PSICOATIVIDADE Não-psicoativo
PALADAR Vagas e especiarias
ESTIRPE Dance World

• Δ8-THC: 175–178°/347–352°F

O Δ8-THC acrescenta um toque psicoativo subtil neste intervalo de temperatura. É um análogo do THC que se liga aos recetores CB1 para produzir efeitos anti-náusea, anti-ansiedade, estimulantes do apetite, analgésicos e neuroprotetores. No entanto, o Δ8-THC só ocorre na canábis em quantidades muito diminutas. Além disso, este tem uma potência psicoativa mais baixo do que o seu homónimo mais comum.

Δ8-THC
CATEGORIA Canabinoide
EFEITO Anti-náusea
PSICOATIVIDADE Psicoativo
PALADAR Sem paladar

• Cineol: 176°C/348°F

O cineol é um terpeno fascinante. É um dos principais componentes do eucalipto, ainda assim é muito raro nas estirpes de canábis dos dias de hoje. O terpeno tem demonstrado efeitos[6] antivirais, analgésicos, antibióticos e anti-inflamatórios. O cineol também aumenta o fluxo sanguíneo cerebral.

CINEOL
CATEGORIA Terpeno
EFEITO Antiviral
PSICOATIVIDADE Não-psicoativo
PALADAR Eucalipto

• Limoneno: 177°C/350°F

O limoneno infunde vapores de canábis com toque cítricos. A molécula faz com que os efeitos do THC sejam mais cerebrais e eufóricos. Numa investigação com animais[7], o limoneno reduziu a ansiedade e aumentou os níveis de serotonina o córtex pré-frontal, bem como os níveis de dopamina no hipocampo.

LIMONENO
CATEGORIA Terpeno
EFEITO Aumenta os níveis de dopamina
PSICOATIVIDADE Não-psicoativo
PALADAR Cítrico
ESTIRPE Green Gelato

• p-cimeno: 177°C/350°F

O p-cimeno encontra-se no cominho e no tomilho. Este contribui com um aroma doce e cítrico e demonstrou, em estudos com animais, exibir um efeito sedativo[8].

P-CYMENO
CATEGORIA Terpeno
EFEITO Sedativo
PSICOATIVIDADE Não-psicoativo
PALADAR Doce e cítrico
ESTIRPE Sour Diesel

• Apigenina: 178°C/352°F

A apigenina é outro flavonoide que se pode encontrar na planta canábis. Esta molécula exerce efeitos anti-inflamatórios e é o agente ansiolítico principal encontrado nas flores de camomila. Impressionantemente, este atua nos mesmos recetores que as bendodiazepinas, ainda assim não provoca efeitos secundários de amnésia ou sedação.

APIGENINA
CATEGORIA Flavonoide
EFEITO Ansiolítico
PSICOATIVIDADE Não-psicoativo
PALADAR Camomila

MÉDIA/ALTA: 181–200 °C/357–392 °F

Este intervalo de temperatura acrescenta ainda mais propriedades terapêuticas ao vapor da canábis. A adição de um canabinoide em particular também aumenta o pico sedativo e relaxante.

• Canflavina A: 182 °C/356°F

A canflavina A é um flavonoide que se encontra em grandes quantidades nas folhas de canábis. A molécula possui propriedades anti-inflamatórias[8] impressionantes.

CANFLAVINA A
CATEGORIA Flavonoide
EFEITO Anti-inflamatório
PSICOATIVIDADE Não-psicoativo
PALADAR Paladar a noz
ESTIRPE OG Kush

• CBN: 185°C/365°F

O CBN (canabinol) foi o primeiro canabinoide isolado da canábis. Ao contrário de outros canabinoides, este não é produzido na planta através de reações enzimáticas. Ao invés, o CBN resulta da degradação do THC. O CBN acrescentará um elemento de sedação à moca, juntamente com efeitos anti-inflamatórios. O CBN também demonstra ser promissor enquanto anticonvulsivo e pode reduzir os sintomas da psoríase.

CBN
CATEGORIA Canabinoide
EFEITO Anticonvulsivo
PSICOATIVIDADE Psicoativo
PALADAR Sem paladar
ESTIRPE Royal AK

• Linalol: 198°C/388°F

O linalol acrescenta um aroma floral potente a muitos cultivares de canábis, com notas de lavanda e cítricos. O terpeno é responsável por várias potenciais propriedade terapêuticas da canábis. Esta molécula apresenta propriedades antidepressivas, anti-ansiedade e imunopotenciadoras — melhora diretamente várias funções imunitárias.

LINALOL
CATEGORIA Terpeno
EFEITO Antidepressivo
PSICOATIVIDADE Não-psicoativo
PALADAR Floral
ESTIRPE Special Kush 1

ALTA: +201 °C/+393 °F

Este é o valor máximo do espetro da temperatura. Aqui, ainda mais canabinoides e terpenos benéficos evaporam. No entanto, tudo começa a ficar bastante quente. É aqui que o vaping se torna mais parecido com fumar e onde algumas moléculas prejudiciais se transformam em gases. Embora se considere que este intervalo de temperatura liberta todos os compostos benéficos presentes nas flores de canábis, estamos perante um ténue equilíbrio entre a vaporização ideal e a libertação de químicos prejudiciais.

• Benzeno: 205–365°C/401–689°F

Infelizmente, as moléculas benéficas neste intervalo de temperatura são acompanhadas por notas de benzeno. Este cancerígena é o motivo pelo qual muitos consumidores de canábis desistem de fumar. Embora o benzeno tenha um ponto de ebulição de 80 ºC, alguns modelos de vaporizadores comprovaram eliminar o químico até temperaturas de 200 ºC. Até agora, não há um número confirmado do ponto de vaporização do benzeno no consumo de canábis. Alguns relatórios sugerem que o número pode chegar aos 365 ºC.

• Terpineol: 218°C/424°F

O terpineol fornece um aroma subtil de lilás e aparece comummente em perfumes e cosméticos. O terpeno tem demonstrado múltiplos efeitos terapêuticos[9], incluindo propriedades anti-maláricas, antibióticas, antioxidantes e sedativas.

TERPINEOL
CATEGORIA Terpeno
EFEITO Anti-malárico
PSICOATIVIDADE Não-psicoativo
PALADAR Lilás

• THCV: 220°C/428°F

O THCV (tetrahidrocanabivarina) evapora a temperaturas mais altas. Este canabinoide é um análogo do THC e ocorre em concentrações mais residuais. No entanto, há cultivares ricos neste canabinoide. O THCV ativa e bloqueia os recetores CB1. O canabinoide está associado a propriedades anticonvulsivas[9] e demonstrou a capacidade de combater a dor e a inflamação. O THCV também pode auxiliar na perda de peso e no metabolismo da gordura.

THCV
CATEGORIA Canabinoide
EFEITO Combate a dor
PSICOATIVIDADE Psicoativo
PALADAR Sem paladar

• Pulegona: 224°C/435°F

A pulegona gera um aroma agradável a hortelã e cânfora. Pode valer a pena levar o seu vaporizador a estas temperaturas para conseguir aceder a este terpeno[10]. A molécula exerce efeitos que melhoram a memória e sedativos. Alguns factos sugerem que a pulegona consegue combater as febres.

PULEGONA
CATEGORIA Terpeno
EFEITO Melhora a memória
PSICOATIVIDADE Não-psicoativo
PALADAR Hortelã

• Quercetina: 250°C/482°F

A quercetina é um flavonoide da canábis com um potencial antioxidante[12] que rivaliza com o da vitamina C. A molécula também possui efeitos antivirais e antineoplásicos.

QUERCETINA
CATEGORIA Flavonoide
EFEITO Antiviral
PSICOATIVIDADE Non-psychoactive
PALADAR Amargo

DICAS PARA ENCONTRAR A TEMPERATURA DE VAPORIZAÇÃO IDEAL

A melhor temperatura de vaporização variará inevitavelmente de pessoa para pessoa e de estirpe para estirpe. Este depende claramente do resultado pretendido. Os utilizadores recreativos que procuram tirar o máximo partido do THC podem manter as suas temperaturas médias. Os utilizadores medicinais podem querer aumentar as temperaturas um pouco para acederem a mais moléculas, enquanto as mantêm suficientemente baixas para evitarem os cancerígenos. Aqui tem algumas das principais dicas para encontrar o intervalo de vaporização ideal para si:

  • Avalie e analise bem o seu vape antes de comprá-lo

Nem todos os vaporizadores oferecem o luxo de alterar o intervalo de temperatura. Caso queira dispor da liberdade de almejar temperaturas específicas, terá de comprar um vape que o permita fazê-lo. Aqui tem algumas dicas para ajudá-lo a escolher o modelo indicado.

  • Só quer apanhar uma moca?

Se for este o caso, pode poupar algum trabalho aos seus pulmões e manter as temperaturas a um máximo de 170 ºC. Evaporará a maioria das moléculas psicoativas e ainda acederá a alguns terpenos saborosos. Pode perder algum do CBD, mas também não haverá muito disponível caso esteja a fumar brotos ricos em THC.

  • Aponte para cima

Aponte para sensivelmente 10 ºC acima dos pontos de ebulição dos constituintes pretendidos. Nem todos os vaporizadores são precisos, e quererá assegurar-se de que está realmente a vaporizar até à última gota cada uma das suas moléculas alvo.

  • Precisará de calor para uma passa de espetro integral

Conforme deve ter depreendido pela informação supra, é necessária uma quantidade considerável de calor para tirar o máximo partido das suas flores. Caso seja um utilizador medicinal que procura usufruir de um conjunto de terpenos e canabinoides, terá de atingir temperaturas a rondar os 220 °C.

  • Não consegue aceder ao CBD sem evaporar o THC

Caso esteja a vaporizar uma estirpe 1:1, irá apanhar uma moca na sua perseguição pelo CBD. Isto deve-se ao facto deste último apresentar um ponto de ebulição superior ao ponto de ebulição do THC. Caso queira vaporizar o CBD sem ficar mocado, terá de começar por uma variedade rica em CBD.

O QUE É QUE FAZ COM OS BROTOS VAPORIZADOS?

Muito provavelmente, estes ainda apresentam canabinoides residuais após uma sessão de vape. O seu broto terá um aspeto castanho e pouco apelativo, mas ainda é útil. Não o deite ao lixo! Este material pode fazer com que fique novamente mocado. Utilize-o para confecionar comestíveis ou extratos. Ah, e sabia que a canábis não é a única erva divertida de vaporizar? Há inúmeras ervas legais que pode experimentar caso fique sem nada para fumar, ou caso queira experimentar algo diferente. Todas têm um ótimo sabor e proporcionam efeitos únicos.

External Resources:
  1. Chapter Three - Cannabis Pharmacology: The Usual Suspects and a Few Promising Leads https://www.sciencedirect.com
  2. Taming THC: potential cannabis synergy and phytocannabinoid-terpenoid entourage effects https://www.ncbi.nlm.nih.gov
  3. The cannabinoid CB2 receptor-selective phytocannabinoid beta-caryophyllene exerts analgesic effects in mouse models of inflammatory and neuropathic pain https://www.sciencedirect.com
  4. Cannabis and Cannabis Extracts https://www.tandfonline.com
  5. Chapter Three - Cannabis Pharmacology: The Usual Suspects and a Few Promising Leads https://www.sciencedirect.com
  6. Chapter Three - Cannabis Pharmacology: The Usual Suspects and a Few Promising Leads https://www.sciencedirect.com
  7. Cannabis and Cannabis Extracts https://www.tandfonline.com
  8. Cannabis and Cannabis Extracts https://www.tandfonline.com
  9. Chapter Three - Cannabis Pharmacology: The Usual Suspects and a Few Promising Leads https://www.sciencedirect.com
  10. Chapter Three - Cannabis Pharmacology: The Usual Suspects and a Few Promising Leads https://www.sciencedirect.com
  11. Cannabis and Cannabis Extracts https://www.tandfonline.com
  12. Cannabis and Cannabis Extracts https://www.tandfonline.com
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